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    Sigo a sina mais uma vez, o terror de mais um talvez.
    Sinto dores incessantes, sinto amores, medos e tranzes.
    Estou no meio da meia-vida e sinto minha alma despida,
    sigo a sina mais uma vez, o terror de mais um talvez.

    E eu bem que tentei te avisar
    que a pior doença é a que está por se inventar.

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    Dependo sendo auto-suficiente, o futuro a mim pertence.
    Desejos da libido incontroláveis dentro do inconsciente.
    Abomino regras mas obedeço a elas, em histórias paralelas eu é que faço as regras.
    Sou um idiota idealista (mais um falso moralista) (o mais novo imperialista)
    a mim nada mais pertence.

    Não vejo nada a minha frente, destruição... imagens comoventes.
    As descobertas relevantes são mutações de genes constantes.
    Antigas visões de um novo mundo, autômatos com ego profundo.
    Crio a sina mais uma vez, sem pensar em mais um talvez.

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