O Dono da Ordem

Canto Cego

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    De longe os disparos
    Eu sigo o seu atalho
    A praça está em claro
    Agora somos mais

    Adrenalina estala
    A fuga está armada
    Caímos na emboscada
    O tempo se desfaz

    Soa impossível, soa, soa
    Soa ensandecido, soa, soa
    Fogueiras no asfalto
    Pedra nos vitrais

    Soa estremecido, soa, soa
    Grita arrependido, soa, soa
    Centelhas e faíscas
    Quem vai morder a isca?

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    Me encontre no redemoinho
    Me abrace até o final
    Vejo a flor, mas só sinto o espinho
    Arranhando a voz do jornal
    As gravatas tem cheiro de guerra
    Chamam a desordem mundial
    Minha força é pequena, mas berra
    Por algum sentimento real

    Em plena avenida
    O apelo invade a ordem
    É farda contra afeto
    Reféns da própria sorte

    A rua é o motivo
    De ainda estarmos vivos
    A metrópole dos egos
    Já não faz mais sentido

    Soa impossível, soa, soa
    Soa ensandecido, soa, soa
    Fogueiras no asfalto
    Pedra nos vitrais

    Soa estremecido, soa, soa
    Grita arrependido, soa, soa
    Centelhas e faíscas
    Quem vai morder a isca?

    Me encontre no redemoinho
    Me abrace até o final
    Vejo a flor, mas só sinto o espinho
    Arranhando a voz do jornal
    As gravatas tem cheiro de guerra
    Chamam a desordem mundial
    Minha força é pequena, mas berra
    Por algum sentimento real
    Por algum sentimento real

    Ai de você, se sair da linha!

    Información de la canción

    Composición: Marcelo Yuka y Roberta Dittz

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