Ciranda Moderna

Captamata

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    A luz do ôi morreu
    Num quase toque
    Transelectro que eu sonhei

    E quando eu acordei
    Me vi sonhando no incerto
    Dirmontei

    Entendi que a beleza da flor
    Sem espinhos no espaço
    Incomoda o florescer

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    E que a nota perdida
    Sem dó no sertão
    é tão grave...

    A luz do ôi morreu
    Num quase toque
    Transelectro que eu sonhei

    E quando eu acordei
    Me vi sonhando no incerto
    Dirmontei

    Conquistei no torto do compasso
    A pose certa
    Pro entardecer

    Mas na livre esperança
    Da forma concreta do certo
    Fazer nascer...

    Song details

    Composition: Jairo Galvão, Hugo Costa, and Doroty Amaral

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