Certeza da Paz

Carlos Moura

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    Quando o corpo sente de verdade
    Que tem o direito de poder sonhar
    Vem a vida imposta na vontade
    Faz a utopia afundar
    Eu menino medo do futuro
    Busco na janela a certeza da paz
    Ah, coração, tem de esperar
    A paisagem aguarda
    A hora de acordar

    Se dá bobo, o canto brota solto
    Com o cheiro do tempo de tanto esperar
    O assédio do futuro estanca
    A força da palavra no ar
    E a súbita impressão distante
    Fez-se quase eterno
    Pra eu poder cantar
    Ah, esse amor, oh, tentação
    Projetil alojado no meu coração

    Sinto nesta solidão amputa
    O envenenado trago
    Presente na garganta
    Encharcando a vida que eu queria
    Antecipando a fase fria da hora afinal
    Encharcando a vida que eu queria
    Antecipando a fase fria da hora afinal

    Continúa después del anuncio

    Quando o corpo sente de verdade
    Que tem o direito de poder sonhar
    Vem a vida imposta na vontade
    Faz a utopia afundar
    Eu menino medo do futuro
    Busco na janela a certeza da paz
    Ai coração tem de esperar
    A paisagem aguarda
    A hora de acordar

    Se dá bobo, o canto brota solto
    Com o cheiro do tempo de tanto esperar
    O assédio do futuro estanca
    A força da palavra no ar
    E a súbita impressão distante
    Fez-se quase eterno
    Pra eu poder cantar
    Ah, esse amor, oh tentação
    Projétil alojado no meu coração

    Sinto nesta solidão amputa
    O envenenado trago
    Presente na garganta
    Encharcando a vida que eu queria
    Antecipando a fase fria da hora final
    Encharcando a vida que eu queria
    Antecipando a fase fria da hora final
    Encharcando a vida que eu queria
    Antecipando a fase fria da hora final

    Información de la canción

    Composición: Carlos Moura y Edmundo Caroso

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