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    Foi navegando, navegando que adentrei no teu mar
    E o tempo ilustre num embuste me acenava na areia
    Ô teia
    A aranha tece seu destino nos limites do alcance
    Mas o romance ultrapassa o fogo doido que ateia

    Foi mergulhando, mergulhando que pude vislumbrar
    O ouro oculto que habitava no coração daquela sereia
    Morena de boca pequena e jeito de querubim
    Passou por mim dando de graça a luz da Lua que clareia

    E deu o amor, e eu não souber amar
    Pensei que só era pura anfetamina
    Tirei o sal que tempera o mar
    A canção da solidão se contamina
    Hum

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    Foi cavocando, cavocando que fiz me atravessar
    No meu planeta distante e parei nas bandas da China
    Mina
    Um diamante na mão e vejo pedra comum
    Fogo no fim vira fumaça e se confunde na neblina

    Foi escalando, escalando que avistei de um lugar
    O paraíso que havia dentro da nossa aldeia
    Tonteia
    Só de saber que eu não soube como te conquistar
    O dia a dia num disfarce nos injeta em sua veia

    E deu o amor, e eu não souber amar
    Pensei que só era pura anfetamina
    Tirei o sal que tempera o mar
    A canção da solidão se contamina
    Hum

    Información de la canción

    Composición: Carlos Niehues

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