Mascate Bar

Cenoura

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    Eu acho que eu sempre tive um topete alto
    Mais alto que o céu
    Sou o meu próprio Deus e todos meus santos
    Autor, ator, juiz e réu

    E eu acho estranho a gente se achar inteiro
    Com esses cacos no chão
    Brilhando, mas só quando a luz vem de fora
    E tropeçando no escuro, baby

    Deixa a luz entrar
    No meio da noite na rua, na porta de um bar
    Mas apaga a luz
    No meio da piscina, no breu, onde vamos dançar

    Nada de bom depois das duas
    Eu entro no carro e tudo balança
    Olho as estrelas e como elas dançam
    Eu paro, eu penso, escuto

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    E eu acho que eu sempre tive
    Uma coisa meio chata de tentar achar um padrão pra tudo
    Como se a métrica sempre respeitasse o ritmo

    E eu acho até meio engraçado
    Um clarão depois do escuro
    Promete pra mim que, quando eu explodir
    Você ainda vai me amar, baby?

    Deixa a luz entrar
    No meio da noite na rua, na porta de um bar
    (Na porta da Mascate na rua Sergipe)
    Mas apaga a luz
    No meio da piscina, no breu, onde vamos dançar
    (Dançar, cantar, pular)

    Sonho com Nova Iorque, lá não tem o Belchior
    Uma noite na Savassi com a luzes, não tem nada melhor
    Lembro de Vancouver, BH é bem melhor
    Um passeio na Liba e o Xodó, não tem nada melhor

    Deixa a luz entrar
    No meio da noite na rua, na porta de um bar
    Mas apaga a luz
    No meio da piscina, no breu, onde vamos dançar

    Información de la canción

    Composición: Victor Mourão Sousa Diniz

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