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    Olhando nas ruas só vejo pessoas
    Vazias e nuas de coisas boas
    Sorrisos fechados, olhar transparente
    Corações magoados, de amor, tão carentes
    Carcaças humanas no mundo jogadas
    O soco da vida não é brincadeira
    Um golpe apenas, tá tudo acabado
    A montanha também se transforma em poeira
    Se um passarinho quebrasse a gaiola
    E o fogo queimasse a mão traiçoeira
    Se o vento jogasse essa lágrima à toa
    No fundo da gente apagava a fogueira
    Se os nossos meninos não fossem tão tristes
    Fechados nas sombras dos nossos quintais
    Se a sabedoria dos nossos velhinhos
    Transformassem em flores todos os espinhos
    O amor nos faria menos animais
    Olhando em mim mesmo, me sinto sozinho
    Amigos são coisas difíceis demais
    Em voltas das mesas, os inimigos
    Sedentos, famintos, e pedindo mais
    Raposas e lobos vão se devorando
    Quebrando correntes em lutas mortais
    Aquele que fica acaba esquecendo
    Que perante Deus somos todos iguais
    Se um passarinho quebrasse a gaiola
    E o fogo queimasse a mão traiçoeira
    Se o vento jogasse essa lágrima à toa
    No fundo da gente apagava a fogueira
    Se os nossos meninos não fossem tão tristes
    Fechados nas sombras dos nossos quintais
    Se a sabedoria dos nossos velhinhos
    Transformassem em flores todos os espinhos
    O amor nos faria menos animais
    Se um passarinho quebrasse a gaiola
    E o fogo queimasse a mão traiçoeira
    Se o vento jogasse essa lágrima à toa
    No fundo da gente apagava a fogueira
    Se um passarinhos quebrasse a gaiola
    E o fogo

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    Información de la canción

    Composición: César Augusto y Moskemberg

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