Do Que o Boiadeiro Gosta

César Menotti & Fabiano

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    Do que o boiadeiro gosta em sua longa jornada
    É sentir poeira no rosto, o pó de arroz da estrada
    Sentir o cheiro do gado que traz o vento da tarde
    Qual o perfume mais caro, dos ricaços da cidade.

    Do que o boiadeiro gosta é um som sentimental
    Do berrante que virou instrumento musical
    Em muitos discos se ouve no final de uma canção
    Um berrante repicando como um grito no sertão.

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    Do que o boiadeiro gosta é dormir sobre o baixeiro
    Tendo o céu por cobertor e o capim por travesseiro
    No grande quarto da noite a grama verde é o colchão
    No telhado do infinito, o luar é seu lampião.

    Do que o boiadeiro gosta é nas tardes de mormaço
    Fazer um boi pantaneiro rolar na ponta do laço
    Do que o boiadeiro gosta é ouvir pelas pousadas
    Os peões contando causos de estouro de boiada.

    Do que o boiadeiro gosta é ver a branca neblina
    Que se forma na baixada e sobe pela colina
    Aonde a boiada dorme do espigão à encosta
    Gostoso é também gostar, uê, boi, do que o boiadeiro gosta.

    Información de la canción

    Composición: Jose Fortuna y J. Dos Santos

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