Campeiros
César Oliveira e Rogério Melo
- Am
- Aº
- B7
- C
- C#º
- D7
- E7
- Ebº
- Em
- Em9
- Eº
- F
- F#º
- Fº
- G
- G#º
- Gº
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Tono:
Em C B7 Em B7 EmEm Olha a mangueira cavalo ecoa lá do potreiroC Vem se trompando matreiros sobre o charco do barralAm Encostam encontros na formaG roncando vento e virilhaC B7 Até que toda tropilha mete a caraEm no buçalEm Graxa pingando na brasa ronco de mate e cambonaC E tilintar de choronas lavrando o chão do galpãoAm O movimento da encilha deixa aG cuscada latindoC B7 E eu adelgaço meu pingo no abraçoF Em E7 do cinchãoContinúa después del anuncioAm (Quatro galhos bem atados lá naD7 grimpa do sabugoG Que eu sou de pecha refugo contraEm a estronca da porteiraC Depois de bem estrivado sobre osG esteios dos lorosC C#º B7 Solto um silbido sonoro praEm minha escolta ovelheira) Int. "É em direção ao rodeio que se laça terneiro novo E eu não aprendi no povo esta ciência campeira Ando sovando cavalo, curtindo o couro do basto Bolqueando rastro de casco benzendo peste e bicheira”Em Saio ao tranquito pro campo assobiando uma toadaC Mirando a estampa encarnada do horizonte fronteiroAm A barbela com o coscorro duetamG com maestriaC B7 Regendo uma sinfonia no açoEm branco do freioEm Aparto a vaca com cria é um mandamento pampeiroC Que a precisão de campeiro ta no punho e na armadaAm Num pealo de sobre-lombo abro praG fora o picaçoC B7 E o terneiro tá no laço e a vacaF Em E7 com a cachorrada ( ) Int.Final: Ebº Eº Fº F#º Gº G#º Aº Em9