De Saltar Calando
César Oliveira e Rogério Melo
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Tono:
( E A B7 Cdim C#m7 )( E A B7 E )A E É de vereda, parceiro, que o golpe firma na trançaA E Se o braço busca a distância, no estender da canhadaA E Uma terneira abichada, que achata a cola por contaA E Ritual gaúcho na estampa desta querência sagradaF#m B7 É de vereda, parceiro, com a bota sempre estrivadaF#m B7 Que aparto um boi na invernada pra garantir o sustentoA E Chapéu tapeado com o vento, num barbicacho apertadoContinúa después del anuncioF#m B7 E E um peleguito virado, nesse fundãoE7 mormacento (refrão)A E Salta calando, parceiro, salta calandoF#m B7 Faz um bichinho e afirma a perna no másA E Soca as esporas e afrouxa a boca do pingoF#m B7 E E7* Que a zebuada sobra pata por demás( C#m7 B7 A G#7 C#m7 B7 AB7 E )A E E de vereda, parceiro, vamos rangindo a caronaA E Num resmungar das choronas, nalguma folga domingueiraA E E a sina, por balconera, faz esbarrar na cancelaA E Pra tirar a poeira da goela num bolicho de fronteiraF#m B7 É de vereda, parceiro, que a noite vem espiandoF#m B7 Junto aos buracos do rancho de uma peleia passadaA E E o vício ronda a indiada, num destorcido com canhaF#m B7 E Piscando um olho na sanha e metendoE7 sorte clavada (refrão)( F#m B7 E B7 E )