• A
  • B7
  • C#m
    4
  • E
  • E7
  • F#m
  • Fm
  • G#m
    4
Continúa después del anuncio
Tono:
E Quem é de Lavras se lembra do meu
B7 galgo Peñarol Baio, brasino, bragado, olhos
E gateados de sol
G#m C#m Quando meu galgo arrancava com o
Fm F#m lombo que era um anzol
B7 Bicho que fizesse rastro saía do campo vasto
A G#m F#m E Pro dente do Peñarol
E Me regalou Gim Pinheiro de lá de
B7 Tacuarembó Era um filhote franzino, magrinho
E que dava dó
G#m C#m Quem ia dizer que aquilo fosse
Fm F#m empurrar mocotó
B7 Ganhar dezoito carreiras e os galgos desta fronteira
A G#m F#m E Entupir os olhos de pó
B7 Lebrinha de pêlo fino, sorrito do
E pêlo grosso
B7 Depois de ele botar o olho não
E tinha muito retoço
E7 A Cruzava dos outros galgos que nem
B7 E dos cachorros "grosso"
C#m F#m Quadrava o corpo pra o lado,
B7 cortava de atravessado
A G#m F#m E E juntava atrás do pescoço
E Um dia o Cássio Bonotto, proseando
B7 e tomando um trago Me contou de um sorro baio que havia
E lá por Santiago
G#m C#m Corria mais que os cachorros,
Fm F#m vivia fazendo estrago
B7 De tanto comer cordeiro já nem botavam carneiro
A G#m F#m E Nas ovelhas deste pago
Continúa después del anuncio
E Eu disse pra este amigo: mês que
B7 vem vou na tua casa Me espera com uma de vinho e um
E chibo em cima da brasa
G#m C#m O Peñarol vai na piola porque
Fm F#m ele não perde vaza
B7 Te garanto que o tal sorro pra escapar do meu cachorro
A G#m F#m E Só que entoque ou crie asa
B7 Cheguei no dia marcado, tinha gente
E até de farda
B7 Nunca vi tanto gaúcho, nunca vi
E tanta espingarda
E7 A B7 Diziam: o sorro é bruxo cruzado
E com onça parda
C#m F#m Eu disse: deixem comigo! Quem tem
B7 medo do perigo
A G#m F#m E Que espere na retaguarda
E Quando batemos no rastro vi que o
B7 bicho era escolado Fez que ia pra coxilha e respingou
E rumo ao banhado
G#m C#m Meteu o dente num galgo, depois
Fm F#m cruzou no costado
B7 Com a cuscada na escolta gambeteava e dava volta
A G#m F#m E Parecia enfeitiçado
E Eu dei cancha pro meu galgo que
B7 saiu erguendo pó Porque no fim do banhado era um
E capão de timbó
G#m C#m Tinha que alcançar o maleva antes
Fm F#m deste cafundó
B7 E eu também larguei com tudo num lobuno topetudo
A G#m F#m E Que era marca da Itaó
B7 De fato o sorro corria como pouco
E sorro faz
B7 Mas peão só se governa onde não tem
E capataz
E7 A Em seguida meu cachorro fez ele
B7 E virar pra trás
C#m F#m E desceram sanga abaixo, "cosa" de
B7 macho com macho
A G#m F#m E Trançando dente no más
E Foi quando eu ouvi um tiro vindo de
B7 lá do sangão Estouro de arma de chumbo de um
E louco sem precaução
G#m C#m Apeei por cima do toso pra dar
Fm F#m fé da situação
B7 Meu galgo tava sangrando mas continuava peleando
A G#m F#m E Baleado no coração
B7 Agarrou o sorro "das goélas" e
E apertou contra o capim
B7 Pra dar fim naquela lida antes da
E vida ter fim
E7 A B7 Depois "periga" a verdade, mas
E juro que foi assim
C#m F#m Deitou por cima do sorro, gruniu
B7 pedindo socorro
A G#m F#m E E morreu olhando pra mim
E Enterrei ele no campo florido de
B7 maria mol Se foi meu galgo bragado do lombo
E que era um anzol
G#m C#m Lembro dele com tristeza quando
Fm F#m sangra o pôr-do-sol
B7 O causo vem pra memória e a saudade conta a história
A G#m F#m E Do meu galgo Peñarol!
Información de la canción

Composición: Luiz Carlos Borges y Mauro Ferreira

¿Los datos están equivocados?

Envíanos una revisión