De Campo e Alma

César Oliveira

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    O meu lema vem da alma
    Minha alma esta nos campos
    Acendendo pirilampos nalguma lua minguante
    O trote que me garante a certeza de chegar
    Ao mas profundo lugar é a plenitude do ser
    A certeza de viver com motivos pra sonhar

    Sou fruto de outras vidas que me guiam de outros campos
    Que dão vidas aos pirilampos e pelejam novas luas
    Afirmados em duas luas, matrereiro antes dos galos
    E qualquer chão é um regalo para o meu destino antigo
    E ganhar mais do que amigos redomoniando cavalos

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    Talvez aumentem lonjuras quando a alma se desfiar,
    mas meu verso há de ficar no eco de algum galpão
    Ou quem sabe na canção que se espalhou com o minuano
    Na voz de um taura vaqueano, recolhedor de tropilha
    "Após morrer na cochila alumiando um aragano" (bis)

    Talvez finde a poesia quando faltar-me um fiador
    Mas o brilho de um amor é luzeiro pros meus passos
    Vai no verso que hoje faço pela cadência das esporas
    Para então soltar auroras na guitarra em despedidas
    "Quem foi campo não és partida, mesmo ao fim de suas horas" (bis)

    Talvez aumentem lonjuras quando a alma se desfiar,
    mas meu verso há de ficar no eco de algum galpão
    Ou quem sabe na canção que se espalhou com o minuano
    Na voz de um taura vaqueano, recolhedor de tropilha
    "Após morrer na cochila alumiando um aragano" (bis)

    Información de la canción

    Composición: Cristian Camargo y Lisandro Amaral

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