A A tarde cai, eu camboneio um mateBm Junto ao braseiro do fogo de chãoD E7 O pai-de-fogo, puro cerne de BranquilhoA Queimando aos poucos na paz do galpãoEm O mesmo inverno coloreando o poenteA7 D Final de lida, refazendo o diaE7 Lá no potreiro meu baio pastandoA No cinamomo um barreiro em cantoriaA Por certo a tarde em outros ranchos da campanhaContinúa después del anuncioBm Por serem humildes tenham a paz que tenho aquiD E7 Pois só quem traz sua querência dentro d'almaA Sabe guardar toda esta paz dentro de siA Encosto a cuia junto ao pé do pai-de-fogoBm Chia a cambona repontando o coraçãoD E7 Nas horas mansas que a guitarra faz ponteioA Numa milonga pra espantar a solidãoA É lento o tempo na paz do galpãoBm Ainda mais quando a saudade bateE7 As soledades vou matando aos poucosA Na parceria da guitarra e do mateEm Então a noite se acomoda nos pelegosA7 D Povoando os sonhos de ilusão e calmaE7 Toda essa paz é um bichará pro invernoA Faz bem pro corpo e acalenta a alma[Final] Bm E D C#m Bm A
Na Paz do Galpão
César Passarinho
- A
- A7
- Bm
- C#m4
- D
- E
- E7
- Em
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