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    Pouco importa se esse teu carro é importado
    Roupa só de marca só te marca como gado
    Nunca dividiu e agora está endividado

    Mora lá mas nunca deu moral para ninguém
    Tantos bens mas acho que ninguém mais te quer bem
    Pode até um tempo então matar, mas a felicidade você não mantém
    Num carro do ano, sem rumo, sem planos e os danos são tantos
    Na vida esquecida, estraga, invalidam-se os anos

    Não é na barriga, é na alma que tu passa fome
    E o consumismo te consome

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    Banco te ajudar é melhor esperar sentado
    Juro que te dobra que te faz pagar dobrado
    Alegria à vista e o sofrimento parcelado

    Sem objetivos se cercando de objetos
    Amarga tua língua, mingua a falta de afeto
    Percebeu que se lançou no ar e que nada é concreto
    Pra findar a dor sem o par, o pavor solitário
    O peito que sangra e a mente que espanta os fatos

    Não é na barriga, é na alma que tu passa fome
    E o consumismo te consome

    Song details

    Composition: Gabriel Pompeu

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