Saudade Maleva

Chiquito e Bordoneio

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    De vez em quando a saudade
    Por maleva e caborteira
    Se achega abrindo porteira
    Na invernada do meu peito
    Leva o mate a preceito
    Pra matear com a solidão
    E depois, sem compaixão, me deixa assim desse jeito
    Chega sem dar: Oh, de casa
    Boleia perna e apeia
    Saudade não se maneia
    Nem se pega com a mão
    Deixa de rédeas no chão
    Na alma xucra do vivente
    Usando quem esta ausente pra ferir o coração

    Coisa esquisita, que ninguém sabe a verdade
    Se a presença da ausência, ou ausência da presença
    Essa maleva saudade

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    De vez em quando, a saudade
    Por maleva e caborteira
    Se achega abrindo porteira
    Na invernada do meu peito
    Leva o mate a preceito
    Pra matear com a solidão
    E depois sem compaixão me deixa assim desse jeito

    Essa saudade maleva
    Me vive nos dando pealo
    Tira gente do cavalo
    Nos abandona ao relento
    Mais depois desse tormento
    Num galope vai simbora
    Bate patas campo afora
    E se some no firmamento

    Información de la canción

    Composición: Jorge Oliboni y Lincom Ramos

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