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    Quando o roceiro viu a terra esturricada
    Nasceu a roça já cansada, seu olhar umedeceu
    Com a falta d'água da seca do mês de agosto
    Foi tamanho seu desgosto que de tristeza morreu

    E no momento que a pobre criatura
    Baixava na sepultura por debaixo de uma cruz
    Aquela alma nos murmúrios do cipreste
    Ia à mansão celeste pedir chuva à Jesus

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    Depois de um pouco que o pobre foi enterrado
    Todo o céu ficou nublado e de preto se enlutou
    E veio a chuva, pingos d'água cristalina
    Como lágrimas divinas de Jesus, Nosso Senhor

    Depois das chuvas quando é noite de luar
    Vem o vento a ciciar o milho que floresceu
    Até parece que a alma do roceiro
    Voltando pelo carreiro da roça que reviveu

    Información de la canción

    Composición: Ado Benatti, Serrinha y Campos Negreiros

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