Na Moral
Cidade Negra
- A
- B
- C#m4
- E
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Tono:
Colaboração de Olaviano Neto Belém - Pará Abril/2001A B E Ah, ah, ah, há de se respeitar a minha moral, o meu visual e tudo que eu digo pra alguém meA C#m escutar, mesmo a tal cibernética.A B E Ah, ah , ah, ah e ser imortal não é natural, eu não sou capacho eu sei os meus passos pra nãoA C#m Vacilar, pra não vacilar.Continúa después del anuncioA B É que eu insisto transparecer noE que eu acredito sem ressentimentosA B E há tanta gente pra convencer eE que sei que sentem o mesmo do que eu sintoA B Com a certeza do meu destino, seiE que o universo vai conspirar comigoA B Tão precisando de amor, tãoC#m precisando resolver, tão precisandoE de carinho, (2x)( A B E ) "O tempo passa, e suas piadinhas já não tem mais graça, e não disfarça o mar de lama da sua piscina pouca vergonha que crescente contamina, ooh, gente da tua laia que vive num espaço paralelo, não sabe o que é salário, nunca pegou um trem! Lá vai o trem lotado, babando de gente, e o surf de trem e o torrado no chão, e você vendo tudo, tudo na televisão!"A B E Ah, ah , ah, ah e ser imortal não é natural eu não sou capacho eu sei os meus passos pra nãoA C#m Vacilar, ah pra não vacilarA B E Ah, ah , ah, ah e ser um mortal não é mole não desculpa meu chapa, mas é que eu preciso meA B Desabafar, ah me desabafar, meE desabafar...B C#m Me desabafar.