Moça da Estrada

Cleyton e Cristiane

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    Moça da estrada, flor desfolhada pelo abandono
    Caminhoneiro, longe da esposa, longe do lar
    Busca em seus braços matar desejos do amor distante
    De quem rodando não sabe quando vai regressar
    Porque não digo toda verdade, que os seus lábios
    São mais gelados do que a neblina do madrugar
    Você fingindo que está amando, deseja apenas
    Em qualquer posto, um quarto pobre para pousar

    Moça da estrada
    Os braços teus
    Também já foram
    Longa pousada dos sonhos meus

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    Moça da estrada, pouso forçado na encruzilhada
    Onde a saudade ali se encontra com a solidão
    Vidas cansadas, empoeiradas que vem de longe
    Por cordilheiras, curvas e lamas de muito chão
    O fogo ardente de vossos beijos dura uma noite
    No outro dia, nem de seu nome vão se lembrar
    Naquele posto, beirando a estrada, você sozinha
    Espera outro caminhoneiro por lá passar

    Información de la canción

    Composición: Jose Fortuna y Tião Do Carro

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