E C#m Pelas frestas do galpão onde o vento faz cantigaA B7 Se vê passar a chaleira pra o mate depois da lidaE C#m Se escuta causos e prosas no entrelaçe das raçasA B7 Tem culinaria gostosa regado a muita cachaçaContinúa después del anuncioE C#m É divertido a peonada no interior de um galpãoA E7 Não falta um bom carreteiro ao calor de um fogo de chãoA G#m C#7 Um chamame de fronteira um chasque um bom chimarrãoF#m B7 Poesias bem galponeiras historias do nosso chãoC#m G#m É galponeira minha vida tambem meu linguajarA B7 Minha chama sempre aquecida fez de um galpão o meu larC#m G#m Por isso que nas alturas onde um dia irei morarA B7 Hei de ter um galpão pra junto de deus chimarrear
Galponeira
Clóvis Fortes e Grupo Rédea Solta
- A
- B7
- C#7
- C#m4
- E
- E7
- F#m
- G#m4
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