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    Um passo sensato pra quem
    Nunca teve os pés no chão
    Interditar o pedaço de si
    Que ainda prende

    Se o que faz voltar atrás
    É o que impede de seguir

    Então vai, se lança ao vento, que a sorte traz
    E ninguém vai saber, nem precisa entender
    Ser livre às vezes é o que há

    Sabe, quem se permite
    Se conhece de verdade
    Nem tudo é fácil
    Mas quando vale

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    Cada gesto, cada escolha
    Cada nova encarnação
    Transborda prazer
    O céu se abre

    Então vai, se lança ao vento, que a sorte traz
    E a lembrança consagra o imortal
    Não há quem resista a essa paz
    De sorrir no final, de sorrir no final

    Os pés descalços sob o mar raso
    Torna leve o espírito
    E lança fora o fardo da loucura cotidiana
    Sem precisar adentrar na imensidão do oceano

    É fundo o mergulho ao próprio íntimo
    Durante o pouco o tempo
    Em que contemplamos a nossa pequenez

    Nunca seremos mar
    Quase nunca sabemos amar
    Quase nunca sabemos ouvir
    Olhar, e realmente enxergar

    Mas a beleza em ser humano
    Está em aprender a ser humano
    E que o amanhã sempre há de chegar
    Seja para o bem, ou para as contas a pagar

    Song details

    Composition: Gabriel Machado and Demógenes

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