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    Ausente, me sinto ausente por noites frequentes
    Escrevo lutas, sonho entre dores e receio
    Tenho medo sim, de lutar e comprovar no fim
    Que as escolhas que eu fiz, no fim, não foi bom pra mim

    Não me vejo oportunista, quando escrevo no branco da folha
    Palavra esperança, mesmo sabendo que tamo em coma
    Respira essa porra de ar poluído mano
    Mares da interrogação, vi que naufragamos

    Velejamo sem destino, sem princípios
    Valores aqui não se atrai com encanto
    O perfume das flores sorrir, nem ao menos sorriso ameniza
    A dor me impossibilita de fechar as feridas

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    Não quero fechar os olhos, sem dizer, conquistei!
    Além das trincheiras da guerra
    A paz que tanto almejei
    Concluir sem sonhar não faz sentido, ainda ha tempo se ta vivo

    É que os confrontos na mente, recente não cicatriza
    Não ajuda, psicologia sem solução
    Teoria sem prática, poesia vazia
    Desculpa a minha ausência, por compor nas noites fria

    Mente a mil, mil e uma noite, cê vê meu chapa
    É triste ver as crianças sendo influenciada
    Não é possível, humanidade é cega ou se faz de cega
    Arco-íris manchado de sangue, além das trincheiras da guerra

    Não quero fechar os olhos, sem dizer, conquistei!
    Além das trincheiras da guerra
    A paz que tanto almejei
    Concluir sem sonhar não faz sentido
    Ainda ha tempo se ta vivo

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