No Medo da Solidão

Conflito

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    Os dias passam e não tem mais nome
    A vida segue em um constante ritual
    Necessidade de deslocamento
    Prevalece como instinto animal
    Subindo pelas paredes, o teto encolheu
    Mais fácil descobrir quem me esqueceu

    Por muito pouco eu não me flagrei
    Distante dos espinhos da vida real
    Na busca por um abrigo virtual
    Acima de bem ou mal

    Fazer vitrine pra quem?
    A vida vai bem além
    Das prateleiras que caem
    E dos que entram e saem
    Trocando os pés pelas mãos
    E tropeçando no chão
    No medo da solidão
    O mundo lava suas mãos

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    No medo da solidão
    O mundo lava suas mãos
    Os dias passam e não dão conselhos
    Como a vida costumava sugerir

    Mais vale tato e olfato do que paladar
    Pra descobrir o que está por vir
    O medo da solidão já se dissolve sozinho
    A companhia já se encontra no caminho

    Por muito pouco eu não acreditei
    No riso amarelo que insiste em brilhar
    No intuito de ofuscar
    Quem quer viver em paz

    Fazer vitrine pra quem?
    A vida vai bem além
    Das prateleiras que caem
    E dos que entram e saem
    Trocando os pés pelas mãos

    E tropeçando no chão
    No medo da solidão
    O mundo lava suas mãos
    No medo da solidão
    O mundo lava suas mãos

    Información de la canción

    Composición: Eduardo Dos Santos, Adriano Padilha y Renan Tripode Bartaquini

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