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Eu vou, eu vou remando contra a maré
Eu vou, eu vou remando contra a maré
Vou seguindo o meu caminho
Navegando vou sozinha
Chorei quando a noite mostrou as estrelas
Era tanta beleza que eu fiz essa seresta
Com a voz que me resta
Com a luz do caminho
Com força e espanto
Com dor e encanto

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O uivo perdido no meio da floresta
Passados mil anos virou esse canto
Um grito que a noite me empresta
Um fado cigano
Um índio, um banto
Na voz que me resta
Que por uma fresta
Vazou nesse canto
Odoyá, odoyá, odoyá, odoyá

Información de la canción

Composición: Consuelo De Paula

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