Labiríntica

Contra Capa

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    Bestas camufladas, Bestas camufladas
    Bestas comem fadas, Bestas comem fadas

    Sou prisioneiro de mim
    Em corredores no breu
    Fantasmagóricas vozes
    Que se afundam no eu
    E se enterram, e se afogam
    No que é o lastro do meu
    Navio flamejante
    Que se consome e me transforma no cais do caos

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    Cores fantásticas
    Vidas elásticas
    Que se deformam em aberrações
    Sonhos ferozes
    Monstros Atlânticos
    Demônios espaciais
    Vizinhos pacíficos
    Vão povoando aos poucos os meus abissais

    Não há pra onde ir
    Não há pra onde fugir
    Não há saída aqui
    Meu mundo é o pingo do i.

    Información de la canción

    Composición: David Pujals, Yuri Amorim y Ximit

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