Céu Que Se Admira

Cris Balla

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    Se o medo é o calabouço das almas dos pobres mortais
    Existe um ser mais furioso que rompe até muito mais
    Vai bordando a sua linha torta, perfazendo caminhos iguais
    Nunca para, nunca senta, se nunca sempre for jamais

    Num dia já é outro dia, de repente já é de manhã
    Uma rosa já não é uma rosa, violeta-parra muda o clã
    É aquele fogo se queima, consumindo tudo sem parar
    É a porta estreita que se fecha, quem então consegue decifrar

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    Será que vai dar pé então?

    De jangada ou de canoa,
    Vai remando numa boa que ele não tem pressa de chegar lá não
    Feche os olhos, sinta o vento
    Mergulhando lá pra dentro, não tenha medo de navegar

    Todo céu que se admira, existe outro céu por trás
    Toda estrela sempre brilha, e brilha sempre um pouco mais
    Quando o mel se cristaliza é porque é puro demais
    A mente quando se ilumina é porque já encontrou sua paz...

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