Guri de Campo
Cristiano Quevedo
- A
- A7
- Am
- B7
- Bm
- D
- D7
- Em
- F#m
- G
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Tono:
D Aprimorei o faro nas esquinasA Entrei na dissonância dos mendigosBm Na praça conversei com muito velhosA E andei nos seus caminhos percorridosD Eu fui guri do campo na cidadeA Com a mesma liberdade das distânciasBm Apenas o meu verso demudouA Em A7 D D7 De doce se amargou, Chorou infânciaG No mais eu não mudeiF#m Ainda canto milongas no violão, queB7 é mais um vícioEm A7 E busco na janela a inspiraçãoContinúa después del anuncioEm A7 Am D7 Falando de um galpão neste edifícioG No mais eu não mudei.F#m Ainda canto milongas no violão, queB7 é mais um vícioEm A7 E busco na janela a inspiraçãoEm A7 D Falando de um galpão neste edifícioD Eu quero manter vivo o que sorriA No tempo que eu nem vinha na cidadeBm E agora, que ironia, eu sou saudadeA Querendo achar o tempo que perdiD Eu fui guri do campo na cidadeA Com a mesma liberdade das distânciasBm Apenas o meu verso demudou.A Em A7 De doce se amargou, ChorouD D7 infânciaG No mais eu não mudeiF#m Ainda canto milongas no violão, queB7 é mais um vícioEm A7 E busco na janela a inspiraçãoEm A7 Am D7 Falando de um galpão neste edifícioG No mais eu não mudeiF#m Ainda canto milongas no violão, queB7 é mais um vícioEm A7 E busco na janela a inspiraçãoEm A7 D Falando de um galpão neste edifício