Sombras da Injustiça

Dado Ziul

    Continúa después del anuncio

    Na cela escura, sem Sol pra ver
    O frio e a fome, difícil de entender
    Minha alma vazia, o tempo não passa
    A dor é constante, a vida é uma ameaça

    Injustamente aqui, reflexo de um erro
    Resquícios de uma sociedade, preconceito que não quero
    O mundo lá fora gira, mas eu tô aqui
    No canto da prisão, onde o Sol não sorri

    Olho pelas barras, espero a redenção
    Mas o peso da injustiça me consome a razão
    Na escuridão, minha luta é diária
    Entre dor e sofrimento, a esperança é rara

    Na escuridão, eu sinto o frio entrar
    A fome e a solidão, ninguém pode mudar
    Fui preso por resquícios de uma visão cruel
    Mas no final, eu vou encontrar meu papel

    Continúa después del anuncio

    O peso das correntes, o vazio no peito
    A luta pela verdade é um sonho imperfeito
    Fui julgado e condenado, mas eu sou inocente
    Na prisão da vida, sou apenas um ausente

    Cada dia é um tormento, mas eu sigo firme
    A alma está em paz, o tormento não me define
    O final pode ser distante, mas eu vou lutar
    Porque a verdade e a justiça, um dia vão brilhar

    Olho pelas barras, espero a redenção
    Mas o peso da injustiça me consome a razão
    Na escuridão, minha luta é diária
    Entre dor e sofrimento, a esperança é rara

    Na escuridão, eu sinto o frio entrar
    A fome e a solidão, ninguém pode mudar
    Fui preso por resquícios de uma visão cruel
    Mas no final, eu vou encontrar meu papel

    A verdade foi provada, mas era tarde demais
    A vida se foi, e eu só sou mais um para trás
    Na cela escura, o tormento enfim cessou
    Uma vida perdida, a justiça finalmente chegou

    Información de la canción

    Composición: Luiz Eduardo de Carvalho Costa

    ¿Los datos están equivocados?

    Enviar revisión