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    Cléo! Guardiã da mina e da praça
    Cléo! Dela ninguém rouba a graça
    Cléo! Guardiã da mina e da praça
    Cléo! Dela ninguém rouba a graça

    Cléo um dia disse
    Diga não a essa tolice
    Diga a fera da sandice
    Que meu olho é um reino ácido

    Cléo se rebelou
    Contra um sistema frouxo e fraco
    Sabotou as zonas públicas
    E assustou o tolo apático

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    Cléo se empoderou
    Armou seu Black Power
    Retratou sua alma nua
    E revelou-se a feminarte

    Cléo se enfeitiçou
    Com o poder do som no máximo
    Ignorou todos os ritmos
    Feriu todo os compassos

    Cléo não pensou muito
    Correu logo a passo rápido
    Consumiu todos os símbolos
    Feriu todos os compassos

    Cléo se eternizou
    Na mente do comparsa
    Que respeitou o seu delírio
    E curtiu a sua graça!

    E curtiu a sua graça
    E curtiu a sua graça
    E curtiu a sua graça
    E curtiu a sua graça

    Información de la canción

    Composición: Davison Nazaré

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