Frangote

De-P

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    Me–, porra

    Me atrasei, e nem me entrosei
    Nunca confiante no que falei
    Virei um pássaro e voei
    Uma reação absurda, eu sei

    Também, nunca falo com ninguém
    Pois o tal merecimento é no que penso sem parar
    Então vou ficar sem participar
    Mas quando vem a noite, só posso

    Chorar tão alto, me agacho e salto
    Diga, o que é que faltou dentro de mim?
    Vontade eu tenho, mas não me empenho
    Queria poder c-c-c-c-cacarejar

    Vivo vacilando ao viajar
    Feito galinha sem cabeça, tento escapar
    Pobre da penosa pálida, um frangote
    Eu não sei quando eu tenho que parar

    Pego na batida, caio na saída (ai)
    A plateia pasma para de aplaudir (sem rir)
    Ponho o cangote na tábua de corte, um frangote
    Com sorte, não vou me decapitar

    Baby, não sei quando eu tenho que parar
    Baby, não sei quando eu tenho que parar

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    Me–, ai

    Me atrasei, nem acho que notei
    Cruzando uma linha que nunca enxerguei
    Fiquei, voltei, me revoltei
    O campeonato dos rejeitos, eu ganhei

    Quando se for, não vou chorar
    Embora doa, já vou me acostumar
    Vai bem
    Pois se você ficar, não sei o que farei

    Do meu abismo de egoísmo
    Saio hoje mesmo, é só me olhar
    Vou ser quem quero, dividir o zero
    Então quero te ouvir di-dizer? Sei lá

    Vivo vacilando ao relembrar
    Feito galinha sem cabeça, tento escapar
    Ave argonauta apática, um frangote
    Eu não sei quando eu tenho que parar

    Pego na batida, queda bem doída (ai)
    Apoplética e patética no chão (eu não)
    Ponho o cangote na tábua de corte, um frangote
    Com sorte, não vou me decapitar

    Baby, não sei quando eu tenho que parar
    Baby, diga quando eu tenho que parar
    Baby, não sei quando eu tenho que parar
    (Que zuído foi esse?)

    Será mesmo assim
    Que na hora certa, o seu temor se esvai?
    Será que não crê
    Que eu possa ser alguém que nem você?

    Devaneio será?
    E se for ingênuo o medo de tentar?
    Quando o orgulho faltar
    Pode me dizer que gosta do que tenho a mostrar?

    Vivo vacilando ao repensar
    Feito galinha sem cabeça, tento escapar
    Cosmonauta que só quer cantar, um frangote
    Eu não sei quando eu tenho que parar

    Pego na batida, ave introvertida (ai)
    A bebê balbuciante bate o bico (que mico)
    Ponho o cangote na tábua de corte, um frangote
    Com sorte, não vou me decapitar

    Baby, não sei quando eu tenho que parar
    Baby, diga quando eu tenho que parar
    Baby, não sei quando eu tenho que parar
    Baby, foda-se

    Información de la canción

    Composición: Kasane Teto y De-P

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