E C#m Talvez eu nunca entenda o caminho que trilheiE A As tempestades que um dia eu encontreiE Trouxeram outra cor aos dias que ganheiE C#m Talvez eu nunca te conheça e tudo vire póA O medo, as perguntas e a minha vozE E as canções sobre você fiquem pra nósF#m E Perdoa se a minha saudade já me fez refémF#m E Quem fala é a dor que eu vi nos olhos de alguémContinues after the adF#m E Se é frágil a minha devoção, não vá agora me deixarA E Espera que a saudade logo vem me libertarE C#m Plantei, cresceu o broto da pitanga e virou péE A Plantada ao lado, reguei junto a minha féE Não há nobreza no lugar de onde ela éE C#m Eu sei da terra que eu arei você também me fezA Conheço o teu olhar no sol que nasce às seisE Será que um rei escuta a voz de um camponês?F#m E Perdoa se a minha saudade já me fez refémF#m E Quem fala é a dor que eu vi nos olhos de alguémF#m E Se frágil a minha devoção, não vá agora me deixarA E Espera que a saudade logo vem me libertarA E Espera que a saudade logo vem me libertar Espera que a saudade logo vem me libertar
Oração de Camponês
Deise Jacinto
- A
- C#m4
- E
- F#m
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