Em7 Não fales que o som da tua voz me enterneceAm E só o que eu não quero agora é ternuraC Am Enquanto durar esta ausência me esqueceC9 Am Que a vida é a vingança que a gente padeceB7 Ou cura ferindo, ou mata na curaAm D9 Eu hoje só quero sem mágoa nem zangaG Em7 O canto perdido daquele sabiáAm Que em pleno novembro buscava a pitangaC9 Am E um dia sumiu numa curva da sangaB7 Fazendo correr o meu choro de piáE B9 Há tantos invernos carrego um segredoE Que morro de medo, de angústia, sei láE7 A9 De ver a esperança voar campo aforaC9 D E um dia cansada de tanta demoraG B7 Desaparecer como aquele sabiáEm7 Am Por isso não ouse surgir de repenteD9 G Não sejas presente, que ausência é meu chãoG/F# Em7 Am Pois eu sou um daqueles que a vida inclementeC9 Am Maltrata e devora, e depois simplesmenteB7 Vai ver que era feito de alma e canção
Sanga, Pitanga e Sabiá
Délcio Tavares
- A9
- Am
- B7
- B9
- C
- C9
- D
- D9
- E
- E7
- Em7
- G
- G/F#
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