Cemitérios

Delinquentes

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Vendo, vivenciando o suicidio dos homens
Presenciando atrocidades cometidas contra a terra
O orgulho de todos esmagado pelas mesmas mãos
Que mataram os indios, os negros e os pobres

Carandirú, Vigário geral e Candelária
Nomes que não mais sairão das memórias
Lembranças tristes enterradas junto com os corpos
Ou reduzidos a ossadas como os pobres Ianomamis

Cemitérios da civilização sob as cidades modernas
Cemitérios da civilização pequenos troféus da barbaridade
Colonial, bestial, ocidental...

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Ouço o grito surdo-mudo que ecoa pelos quatro cantos de um planeta faminto
Sinto a agonia e o desespero de transeundes que nem sentem a falta da felicidade ausente

Derretemos em asfaltos suculentos, presenciando o dia-a-dia sangrento, caminhamos em túneis fétidos contruído sobre os cemitérios dos antepassados

Cemitérios da civilização sob as cidades modernas
Cemitérios da civilização pequenos troféus da barbaridade
Colonial, bestial, ocidental...

Información de la canción

Composición: Jayme Katarro, Pedro Bernardo Da Silva Neto y Sandro Hamilton Figueiredo Srur

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