Relógio Velho

Denis Gerais

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    O bronze antigo lá no alto da torre
    Badala as horas de um dia que não finda
    Enquanto o Sol no horizonte logo morre
    A saudade dela aqui em mim é viva ainda

    Cada pancada é um martelo no meu peito
    Marcando o passo desse luto sem adeus
    O tempo passa e eu não vejo mais o jeito
    De arrancar essa dor no meu peito

    O vento traz o som que em mim ecoa
    Um carrilhão de dor e solidão
    A cada hora uma esperança que voa
    Deixando marcas no meu pobre coração

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    Oh, relógio velho, pare o seu caminho!
    Não deixe o tempo me roubar a lucidez
    Pois cada volta eu me sinto mais sozinho
    Morrendo um pouco a cada batida de vez

    Trave os ponteiros, congele esse instante
    Pois o silêncio é a paz que eu não tenho
    Enquanto ela estiver assim, distante
    O seu tique-taque leva essa paixão adiante

    Oh, relógio velho, pare o seu caminho!
    Não deixe o tempo me roubar a lucidez
    Pois cada volta eu me sinto mais sozinho
    Morrendo um pouco a cada batida de vez

    Trave os ponteiros, congele esse instante
    Pois o silêncio é a paz que eu não tenho
    Enquanto ela estiver assim, distante
    O seu tique-taque leva ela mais adiante

    Información de la canción

    Composición: Idenilson Honorio Da Silva

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