Quarto 110

Denis Gerais

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    A luz do abajur desenha sombras no papel
    Tô aqui no quarto cento e dez desse hotel

    Santa Cruz!

    O relógio lá na torre parece não girar
    O pensamento nela aqui ainda insiste em ficar

    As quatro da manhã e o peito em convulsão
    Sentado nessa cama, abraço a solidão
    Olhando para as chaves jogadas sobre a mesa
    Sou refém do desejo e da minha incerteza

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    O asfalto me chama, é o meu único juiz
    E eu Tentando consertar o próprio destino que fiz
    Ligo o motor, sinto o ronco da partida
    Sou um bicho acuado na estrada da vida

    O farol rasga o breu, a saudade me acelera
    O coração pergunta: Vale a pena essa espera?
    Mas as mãos no volante já não ouvem a razão
    Sou apenas o rastro triste da minha própria obsessão

    É um vício maduro, um feitiço latente
    Um mel que embola e que queima a gente

    É debaixo da pele que o veneno se espalha
    Um amor que acerta, mesmo quando a gente falha

    É um vício maduro, um feitiço latente
    Um mel que embola e que queima a gente

    É debaixo da pele que o veneno se espalha
    Um amor que acerta, mesmo quando a gente falha

    Información de la canción

    Composición: Idenilson Honorio Da Silva

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