Quando eu voltar pro meu sertão
Quero ver minhas raízes pelo chão
Em cada lugar, sentir um déjà vu
Memórias refletindo pelo céu azul

Lá foi onde minha alma quis nascer
E se em outra vida eu puder escolher
Digo sem nenhuma dúvida pra tu
Quero nascer de novo em Jucurutu

Ô seu Gentil, seja bacana
Me dê um punhado de bagana
Painho é cliente desse bar
E tá me chamando pra cantar

Mas eu já tô pegando o beco
Prefiro brincar lá no coreto
Nessa pracinha, eu pulo e salto
Quando não tem ninguém, finjo que é palco

Quando eu voltar pro meu sertão
Quero ver minhas raízes pelo chão
Em cada lugar, sentir um déjà vu
Memórias refletindo pelo céu azul

Lá foi onde minha alma quis nascer
E se em outra vida eu puder escolher
Digo sem nenhuma dúvida pra tu
Quero nascer de novo em Jucurutu

(Lalaiá) de cima do alto eu te vi
(Lalaiá) a ladeira do externato eu desci
(Lalaiá) na curva da ponte quase caí
(Lalaiá) sem freio, fui bater lá em Floraci

Mainha tava lá, fazendo a feira
Feijão verde, arroz vermelho, macaxeira
Coalhada, manteiga e nata
Tareco, raivinha e bolacha
E logo o dia se encerra
Vamo jantar lá em vô Bezerra
Chamei titia da janela
Fale baixo que vovó tá vendo novela

(Lalaiá) aqui o Sol não se esconde
(Lalaiá) na chegada, um Novo Horizonte
(Lalaiá) a gente vê serras aos montes
(Lalaiá) a água que eu bebo é dessa fonte

Quando eu voltar pro meu sertão
Quero ver minhas raízes pelo chão
Em cada lugar, sentir um déjà vu
Memórias refletindo pelo céu azul

Lá foi onde minha alma quis nascer
E se em outra vida eu puder escolher
Digo sem nenhuma dúvida pra tu
Quero nascer de novo em Jucurutu

Essa resposta eu já sei de cor
Quero nascer de novo no meu Seridó
Essa resposta eu sei de cor
Quero de novo no meu Seridó

Caicó, oh, oh, oh
Jucurutu, uh, uh, uh
Caicó, oh, oh, oh
Jucurutu, uh, uh, uh

Información de la canción

Composición: Denísia Diniz

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