Fronteira

Depollo

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    Linhas traçadas sobre o chão
    Mapas frios na mesa do poder
    Homens discutem com canhões
    Sem nunca saber quem vai sofrer
    A terra não tem dono algum
    Mas carimbam nomes pra dividir
    Enquanto o povo sangra em silêncio
    Sem entender por que lutar ou fugir

    Bandeiras sobem, promessas caem
    E o vento leva a razão

    Na fronteira arde o fogo da ambição
    A ganância cega o coração
    Terras viram pó nas mãos
    E a paz se perde na escuridão
    Quem vai vencer essa guerra sem fim?
    Se ninguém sabe onde começa ou termina
    Na fronteira, só resta a dor
    E o eco triste da sina

    Soldados marcham sem olhar
    O horizonte que um dia foi igual
    Do outro lado há outro irmão
    Com o mesmo medo mortal
    Palavras viram munição
    Discursos inflamam a multidão
    Mas no campo só fica o silêncio
    Depois da última explosão

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    O poder seduz, a verdade cai
    E a história volta a sangrar

    Na fronteira arde o fogo da ambição
    A ganância cega o coração
    Terras viram pó nas mãos
    E a paz se perde na escuridão
    Quem vai vencer essa guerra sem fim?
    Se ninguém sabe onde começa ou termina
    Na fronteira, só resta a dor
    E o eco triste da sina

    Se a terra falasse diria
    Eu não pertenço a ninguém
    Mas o homem ergue muralhas
    E esquece que volta ao pó também

    Na fronteira arde o fogo da ambição
    A ganância cega o coração
    Terras viram pó nas mãos
    E a paz se perde na escuridão
    Quem vai vencer essa guerra sem fim?
    Se ninguém sabe onde começa ou termina
    Na fronteira, só resta a dor
    E o eco triste da sina

    Que um dia a paz seja o mapa
    E o amor a única nação

    Información de la canción

    Composición: Depollo

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