Pecado Vulgar

Derrama

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    No meio da fumaça eu vejo que restou
    As cinzas e as brasas nos escombros do amor
    As chamas destruindo vão queimando sem dó
    Sua ira foi tanta que o colchão virou pó

    Sei que a culpa foi minha, me perdi nos encantos
    Daquela sua amiga que você gostava tanto
    Momentos de fraqueza, de pecado vulgar
    Me perdi na beleza, não deu pra evitar

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    Porque todo homem é assim refém dos seus desejos
    Pra que machucar o amor, se entregar aos anseios
    Então não jogue tudo em mim, não me julgue assim
    A falsa amiga tem culpa, meu bem fuja dessa amizade
    Ela quis nas verdade, roubar a vida sua

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    Composition: Euler Coelho, Fred Liel, and Debora Xavier

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