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    Entorpecido
    Entorpecido
    Entorpecido
    Entorpecido

    Vultos negros estão a minha frente
    Memória de uma passado turvo e volúvel
    Ambiente com sons desconexos
    Atraído por sua beleza, eu afundo

    De mãos atadas vejo meu corpo apodrecer
    Consumido pela dor e insanidade
    Realidade se mistura com meus devaneios
    Isso parece um jogo, tudo está mais falso

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    Entorpecido
    Entorpecido
    Entorpecido
    Entorpecido

    Ouço sussurros, gritos e lamentos do passado
    O ciclo continua e os erros são os mesmos
    Não existe luz a frente corro em desespero
    O meu corpo Formiga e a agonia toma conta

    Sou o combustível e minha derrota
    Estou entre os vermes que me consomem
    Sou o fogo e matéria destruída
    O vazio e a lastima

    Declaro que estou no linear
    Entre a vida e a morte
    Apodreço enquanto respiro
    Olho para minhas injustiças e benignidade
    Sou o fogo que consome a matéria
    Que se estingue desta existência transcendendo
    A composição simplória
    Sou o nada e a força do pensamento
    O desejo de existência
    Retorno as águas, ao ar, ao fogo e a terra
    Vibrando e ecoa a energia eterna

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