Acesso Rápido

Devaneio Ativo

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    Sabe lá o que o amanhã vai trazer
    O próprio amanhã irá dizer
    E pra que preocupar
    Se amanhã terá tantos problemas novos
    E os de hoje se tornarão
    Mais fortes
    Cresceram sobre nós como rocha
    Nas nossas costas
    Que não há consciência que engula
    Não há cachaça que absorva tanto azar
    Que janta a vida
    Nestas ruas de acesso rápido
    Eu compro meus cigarros
    Onde aglomera gente
    Onde vendem para o povo
    Sem olhar no rosto
    Deixando a sensação
    De sermos escravos
    De termos um desequilibro são
    Que nos matam aos poucos lento e doloroso
    No carro , na calçada
    Na fachada, na nossa casa
    Mas vou ser fiel
    E me matar aos poucos
    Somos feitos pela mesma massa lógica
    Feitos de desencontros sórdidos
    Já fomos o texto excitante
    Solfejo dinâmico
    O pão dos aflitos
    Morremos na história
    Pós-modernismo incomoda
    A ceia bem farta
    Estragada pela manhã
    O vácuo de ser
    Sempre corrói
    Quando tudo depende de nós
    O escarro da palavra
    E todos saboreiam música
    Que nos matam aos poucos lento e doloroso
    No carro , na calçada
    Na fachada, na nossa casa
    Mas vou ser fiel
    E me matar aos poucos

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    Información de la canción

    Composición: Fernando Macário

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