Ela não chega dizendo: Sou perdição Vem disfarçada, ideia simples, falsa intenção Quando a guarda cai, começa a construção Fortaleza invisível dentro do coração Porque a guerra é mental Antes do corpo cair, já caiu no espiritual No olhar que demora mais que o normal Ela planta desejo, colhe dano fatal Chega mansa pra enganar Sorriso leve pra laçar Promessa doce pra atrair Mas o plano é destruir Concupiscência desejo sem direção Promete vida, entrega prisão Começa no olhar, termina em destruição Sem vigilância cai o coração Ela cresce quando nasce a comparação Outra vida parece melhor que a própria missão Outro casamento, outra casa, outra versão Nada satisfaz, só aumenta a frustração Ela tá no riso que vira intenção Na conversa leve que muda a direção A mente trai antes do corpo em ação O corpo só segue a ordem da imaginação Concupiscência desejo sem direção Promete alívio, traz acusação Rouba a paz, fere altar, quebra comunhão E deixa a alma fria na solidão Onde nasce o jejum Ela perde a vez Não disputa com santidade Nunca teve xadrez Quando Deus é exaltado Ela perde o trono outra vez! Quando o Céu é convocado Ela perde o trono de uma vez! Ela não vence gritando, vence cochichando Não quebra portas, entra convidando Enquanto a alma dorme, ela vai reinando E quando acorda, já tá aprisionando Mas existe uma chave: Vigilância! Uma arma secreta: Santidade em constância! Onde a luz governa, não sobra arrogância A concupiscência perde toda influência Filho Eu não te exponho pra condenação Eu revelo a luta pra curar teu coração Antes da queda, Eu chamo atenção Vigilância hoje, evita destruição! Onde nasce o jejum Ela perde a vez Não disputa com santidade Nunca teve xadrez Quando Deus é exaltado Ela perde o trono outra vez! Quando o Céu é convocado Ela perde o trono de uma vez! Concupiscência é mais que olhar É vontade sem frear, é fome que cresce na alma E começa a governar Vem na cobiça, na luxúria, na gula, no desejar Promete prazer pra te enganar Mas entrega distância do Pai para te escravizar Concupiscência é mais que olhar É vontade sem frear, é fome que cresce na alma E começa a governar Vem na cobiça, na luxúria, na gula, no desejar Promete prazer pra te enganar Mas entrega distância do Pai para te escravizar