Eu, Ela e a Praia

Duduca & Dalvan

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    Em todas as tardes de Sol castigante
    Não muito distante eu vejo sair
    Da porta da sede de uma fazenda
    A moça mais linda que eu conheci

    E segue o caminho que leva ao riacho
    Que fica pra baixo de onde eu estou
    Entre as paredes de uma tapera
    A onde a espera jamais terminou

    A água corrente da queda que leva
    Ao bater nas pedras daquele lugar
    Parece fumaça que aos poucos se espalha
    Na pequena praia a onde ela está

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    Quando se liberta das roupas que usa
    Meus olhos recusam ver outro lugar
    Seu corpo realça com a natureza
    Cenas com certeza que irão reprisar

    Após um mergulho na água gelada
    Se sente amparada e jamais percebeu
    Que é sempre vista sob o Sol ardente
    Na areia quente que o Sol aqueceu

    Ao esculturar um corpo na areia
    Ela se bronzeia sempre um pouco mais
    E quando ela abraça seu corpo ao meio
    Demonstra anseios no gesto que faz

    Enquanto admiro seu corpo bonito
    Eu ouço num grito alguém chamar
    Ela vai embora, eu fico sofrendo
    Chorando e torcendo pra ela voltar

    Información de la canción

    Composición: Zé da Praia y Sebastião Ferreira da Silva

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