Córgo do Meio
Duo Aduar
- C#m4
- C#º
- F#
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Tono:
[Intro] C#m F# C#m F#C#m F# C#m F#C#m Era uma terra de boa medida Uma rocinha cultivava o que era trivialF# E na baixada, um brejo de lagoa Depois dele, um veio d'água e pinguela de pauC#m Desembocava no córgo do meio Eu tinha medo de receio daquele lugarF# Se enveredava na sombra escura da mata Nem por reza nem pirraça eu tentava lhe acompanharC#m O medo brota na mente da gente "Oxente, que menino bobo", cê pode pensarF# De dia, até que eu achava bonito Mas té hoje inda evito de passar por lá, poisContinúa después del anuncioC#m Meu amigo, à noite é diferente À noite é quando a gente sente o peito arritimarF# Ali no encontro do córgo com o veio d'água Em noite de quarto minguada Os pêlo chega alfinetar!C#m Alí na bêra do córgo do meio, em cima d’água, eu vi a língua azul do boitatáF# A mãe da lua, no córgo do meio, e os curiango, eram as alma que vinham penarC#m Passava perto do córgo do meio e ficava imaginando a pinguela quebrarF# Ali na mata do córgo do meio, à meia noite, eu vi a venta da onça esturrar( C#m F# C#m F# ) (Repete tudo)C#m C#º Ê, boitatá, ê ê êC#m C#º Ê, boitatá, ê ê êC#m Eu, home feito, pesado, barbudo De calo grosso, facão no afiarF# Depois de andar nas picada do mundo E despencar do que era certo acharC#m Tem vez que busco a coragem no fundo Tem vez que falta a fibra de arriscarF# Mas sempre lembro dos medo que tive E do respeito e da coragem que esses medo dáC#m Alí na bêra do córgo do meio, em cima d’água, eu vi a língua azul do boitatáF# A mãe da lua, no córgo do meio, e os curiango, eram as alma que vinham penarC#m Passava perto do córgo do meio e ficava imaginando a pinguela quebrarF# Ali na mata do córgo do meio, à meia noite, eu vi a venta da onça esturrar[Final] C#m