Trabalho de Formiga

DZ101

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    Muros de liberdade, blocos de vaidades
    Memória e cimento fresco riscou secou e seu
    Apreço por desapegos, pois nada daqui e meu
    Contribuo só com presença a essência do que sou eu

    Astucia não representa vantagens entre os meus
    Usar o sensitivo tornar-me menos nocivo
    Violento, compulsivo, com você, com ela, comigo
    Quase sempre e sem motivo pra falar que um venceu

    B.A.B.A competitivo, aqui no plano de Deus
    Amigo contra o amigo desde que você nasceu
    Acredito no que faz sentido, sentido no que acredito
    Acho o mundo bem bonito, mas não quero dar sentido

    Quando faço eu limito aquilo que me quer ver grande
    Moises abriu o mar? Pra passar o povo atlante
    Prefiro o questionar, com meus pés ir adiante
    Se só o ter valorizar o ser se torna irrelevante

    Enquanto o gado trabalha os porcos engordam
    As formigas carregam migalhas, da sobra das sombras
    Destilar o veneno canalha do mestre das cobras
    O honrado porta a espada, o emocionado se corta

    Enquanto o gado trabalha os porcos engordam
    As formigas carregam migalhas, da sobra das sombras
    Destilar o veneno canalha do mestre das cobras
    O honrado porta a espada, o emocionado se corta

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    Plantação de gafanhotos, inseminação de escrotos
    Admirável gado novo como outro já escreveu
    Pintando realismo na era do abstratíssimo
    Moldando com cinismo o vaso único que sou eu

    Cada átomo e exclusivo tem a própria assinatura
    A lei que não aceita esquema como a viatura
    O retorno imediato mais rápido que uma fatura
    Com o nascer da consciência morrera toda postura

    Cairão as estruturas junto ao piso que te atura
    Cada qual com a sua cultura chega dessa ditadura
    Do manicômio e sua loucura, racionando a doçura
    Querem nossa curvatura semeando amargura

    Usam métodos de tortura, vergonha, moral, penúria
    Com remédio você flutua esquece até da luz Lua
    E a noite fica escura por mais nada se procura
    Deixamos de existir pra seguir a partitura

    Enquanto o gado trabalha, os porcos engordam
    As formigas carregam migalhas, da sobra das sombras
    Destilar o veneno canalha do mestre das cobras
    O honrado porta a espada, o emocionado se corta

    Enquanto o gado trabalha os porcos engordam
    As formigas carregam migalhas, da sobra das sombras
    Destilar o veneno canalha do mestre das cobras
    O honrado porta a espada, o emocionado se corta

    Ei o inverteu o valor?
    O eu o valor inverteu?
    Ei o inverteu o valor?
    O eu o valor inverteu?

    50 reais a onça. A garça e $5
    Ocas por prédios e ternos nos índios
    $100 a garoupa. $20 e o mico
    Vestiram roupas naquilo em que acredito
    $10 e a arara. $2 a tartaruga
    Trocaram questões raras por verdades absolutas
    Estrela de ponta cabeça na moeda de um real
    E hoje o bode vem de brinde na caixa de cereal

    Escolas do governo, o número do PI não está inteiro
    Na história índio e escoria, ? Anchieta e o guerreiro?
    Guarani chegou primeiro desse sangue sou herdeiro
    O sabia não vem ao mundo pra cantar só por dinheiro

    Enquanto o gado trabalha os porcos engordam
    As formigas carregam migalhas, da sobra das sombras
    Destilar o veneno canalha do mestre das cobras
    O honrado porta a espada, o emocionado se corta

    Enquanto o gado trabalha os porcos engordam
    As formigas carregam migalhas, da sobra das sombras
    Destilar o veneno canalha do mestre das cobras
    O honrado porta a espada, o emocionado se corta

    Información de la canción

    Composición: Dz101

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