A queda do vaqueiro

Ediglê Poeta

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    Era um dia bonito como qualquer outro
    Peguei o meu cavalo e botei a cela
    Como diz o matuto a boquinha da noite
    Saí galopando, fui pra casa dela
    Mas um vaqueiro não é bobo, vi que tava estranho
    Será que foi doença o que aconteceu?
    Aquilo no meu peito me deu um arrocho
    Sem falar no boa noite que ela nem me deu

    Nem me olhou direito e já foi dizendo
    Vamos terminar a nossa relação
    Você anda me traindo eu já tô sabendo
    Eu aceito qualquer coisa menos traição
    Você na minha casa sempre foi bem-vindo
    E no meu coração sempre fez morada
    Mas agora nesse instante eu tô lhe pedindo
    Monte no seu cavalo e pegue a estrada

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    Tentei se explicar como quem não devia
    Mas minha voz tremia e me condenava
    Algo dentro de mim no íntimo me dizia
    Que aquela boca macia eu nunca mais beijava
    Pra manter o meu orgulho não pedi perdão
    Montei no meu alazão e saí ligeiro
    Eu sei que eu sou bom em derrubar o gado
    Mas ela foi melhor derrubou o vaqueiro

    Nunca vi uma novilha ser tão bruta assim
    Correr na minha frente e eu não alcançar
    Pior foi a plateia com pena de mim
    Por eu a ter laçado e não segurar
    Na volta choveu, como se o céu chorasse
    Também trovejava no meu coração
    O cavalo de tão triste até errava o passo
    E o vaqueiro até hoje sofre de paixão

    Información de la canción

    Composición: Ediglê Poeta

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