Varal

Ednardo

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    No varal a roupa ao vento
    E no vento a voz da rua
    E na rua o transitar
    Gente apressada a passar
    Na parede o calendário
    No calendário outro dia
    E no dia a mesma espera
    De nada esperar um dia
    No umbral da porta já torta
    A sombra, o sombrio olhar
    E no olhar coisas mortas
    Que ninguém virá velar

    O assovio, o assalto
    O assunto a semana inteira
    Na esquina, no bar, na feira
    E a roupa no seu varal
    E esse dia tão normal
    Tão normal, tão normal

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    No umbral da porta já torta
    A sombra, o sombrio olhar
    E no olhar coisas mortas
    Que ninguém virá velar

    Información de la canción

    Composición: Ednardo y Tania Cabral

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