Sina
Eduardo Costa
- A
- A/D5
- D
- G
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Tono:
D Eu acho que em minhas veias correm agua cristalina De vez em quando acho que eu sou aA própria minaG As vezes meu sangue queima feito oD sol do meio dia Não sei de onde vem um vento queA sempre me esfriaG Balançando meus cabelos, meA D inspirando poesias Eu acho que nesse chão eu deixo mais do que pegadas De vez em quando acho que eu sou aA própria estradaG Talvez eu seja a boiada ruminandoD no vagão Se eu não for um boiadeiro talvezA seja o coraçãoG Pulsando, batendo forte nasA/D entranhas desse chãoA G D Sou boiadeiro, boiado eu souA G D Sou violeiro, eu sou cantadorA G D Sou passarinho já revoeiContinúa después del anuncioA G D Não lembro os caminhos que eu já passeiA D Deve ser a minha sina te procurarA D Deve ser o meu destino não te encontrarA D Deve ser a minha sina te procurarA D Deve ser o meu destino não te encontrarD Eu acho que em minhas veias correm água cristalina De vez em quando acho que eu sou aA própria minaG As vezes meu sangue queima feito oD sol do meio dia Não sei de onde vem um vento queA sempre me esfriaG Balançando meus cabelos, meA D inspirando poesias Eu acho que nesse chão eu deixo mais do que pegadas De vez em quando acho que eu sou aA própria estradaG Talvez eu seja a boiada ruminandoD no vagão Se eu não for um boiadeiro talvezA seja o coraçãoG Pulsando, batendo forte nasA/D entranhas desse chãoA G D Sou boiadeiro, boiado eu souA G D Sou violeiro, eu sou cantadorA G D Sou passarinho já revoeiA G D Não lembro os caminhos que eu já passeiA D Deve ser a minha sina te procurarA D Deve ser o meu destino não te encontrarA D Deve ser a minha sina te procurarA D Deve ser o meu destino não te encontrar