Estradas
Eduardo Dos Santos
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Vou nas asas do tempo
Que se perde em cada olhar.
Vou flutuando nas nuvens, que pairam no ar.
Em cada verso deixo as marcas do que senti.
São como estradas que passei;
Em suas curvas sorrisos deixei.
São como estradas que passei;
Em suas curvas sorrisos deixei.
E não vou me esquecer daquele adeus.
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Deixe as águas das chuvas levarem o barquinho de papel.
Outras crianças irão lhe encontrar.
Vamos partir, terras estranhas estão por vir.
Deixe tudo para seguir o sonho que é teu.
Em cada verso deixo as marcas do que senti.
São como estradas que passei;
Em suas curvas sorrisos deixei.
São como estradas que passei;
Em suas curvas sorrisos deixei.