A Fábula do Lobo Que Amou a Lua

Elo Solene

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    A fábula aconteceu em uma noite nua,
    Despida de estrelas, coberta por crendices,
    À noite em que um homem tolo amou a lua,
    Amantes do impensável derrotaram a tolice.

    Por toda a floresta refletia seu luar,
    A sua imponência conquistava quem olhasse,
    E o homem se mutava a ponto de uivar,
    Deixou que a insanidade obscura o dominasse.

    Apenas um humano que a ausência transformou,
    Deixou sua família porque algo o atraía,
    Em uma matilha semelhança encontrou,
    Sabia que um porém vivamente o conduzia.

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    Nunca outro alguém ousou o contestar,
    Deixou a selva rude, nomeada de urbana,
    Aquilo nunca mais seria o seu lar,
    E não se contentou, nem com uma cabana,

    Integrou-se ao mato, que lhe fazia bem,
    E esqueceu de fato que um dia fora homem.

    Tudo pela sua... Idolatrada lua,
    Que não o abandonara na dura solidão,
    Ela o visitava sempre que podia,
    E ele aguardava com muita excitação.

    Uma vez por mês, bem longe da aldeia,
    No meio da floresta ele amava a lua cheia.

    Esta é a fábula de uma noite nua,
    A fábula do lobo, a fábula da lua.
    Esta é a fábula de uma noite nua,
    A fábula do lobo que amou a lua.

    Información de la canción

    Composición: Michel F.M

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