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    Quando eu me for v
    Ou direto para o céu de Aldebarã
    É um céu campeiro
    Especial, este céu de Aldebarã

    Um céu de tropas e rondas, e quero-queros cantando
    No campo, a cada manhã
    Tem um galpão muito grande, um fogo de chão aceso
    Com achas de tarumã

    As camas são de pelego, e no jardin tem maçã
    Invés de sinos tocando, tem o grito cadenciado
    Da seriema e do tahã

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    O Gildo chegou trovando, já ninguém se lembra quando
    Numa cordeona pagã
    O Glaucus trouxe bolita
    Um pião, uma faca campeira

    E uma rede feiticeira
    O Darci chegou de pala com as cores rio-grandenses
    O arco-íris da vertente do rio Ibirapuitã
    Para o céu de Aldebarã

    Aos que cantam, vida nova
    Os que choram, vida vã
    Neste céu de picumã
    Quando Deus me tirar o freio

    E eu foi amassar milhã
    Vou chegar lá de a cavalo
    Seguindo o canto de um galo
    Nas nuvens feitas de lã

    Se tu não fores comigo
    Te espero prum mate amigo
    No meu céu de Aldebarã

    Información de la canción

    Composición: Antonio Augusto Fagundes y Elton Saldanha

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