Com Que Vim
Em Canto e Poesia
- A
- A/E
- A64
- Ab
- Ab/Bb
- Ab74
- Am
- Am6
- Am7
- Amaj7
- B6
- B7
- Bb7
- Bbm7(-5)
- C
- C#m4
- C67
- C7
- C7/E
- D
- D7
- Dm
- E
- E/G#
- E7
- E7/G#
- Em7
- F
- F#
- F#m
- F/G
- F6
- F7
- Fm
- G
- G6
- Gm6
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Tono:
E A Vim trazer meu reizadoA Um coco bem batucadoE7 Um louro trocadilhadoE E as seis horas de cancanA Trago um padeiro na mãoE7 Na viola um dedilhadoA6 No canto um verso inspiradoE7 E no compasso outro baiãoA Trago o xudu que bebeu das águas doE improvisoE7 A Que com dois metros de chita abriuE de nita o sorrisoC7/E G Trago loucura ao juízo FazendoF# F E verso voarC B7 Como o certo e o indecisoE E7 São fáceis de caminharA/E "Relembro quando criançaE Boneca eu não possuíaA/E Eu pegava era um sabugoC#m Num mulambo eu envolviaA/E Numa casinha do matoE E7 Passava o resto do dia"A Num domingo de verãoE Depois que almocei coalhadaA Fui pra rua e a meninada tavaE jogando piãoE7 Eu gostei da diversão, na terça mãeA foi pra feiraE Trouxe pra mim pra mim uma ponteiraE7 G E eu inventei pro meu uso, um bicoF#m E de parafuso no pião de goiabeiraB6 No batente da casa da fazendaBbm7(-5) Ab Ab7 Tropecei quando ainda era bem moçoE E7 Esperei mãe trazer meu almoçoE7 Vi maria sentada fazer rendaE7 E7 Muita gente deixava uma encomendaA Um menino batia seu piãoContinúa después del anuncioE E7 A Pra ficar mais macio em sua mãoE Dava cortes profundos na madeiraE7 A6 Tem até um buraco de pingueiraE No batente de pau do casarãoAmaj7 Chegava em casa enfadadoE/G# Me deitava numa redeA Quando me achava com sedeE Chegava mãe do meu ladoA Trazia um copo bordado com água pra eu beberE A Depois vinha me dizer: levanta, vem almoçarE7 Foi assim que eu vi passar meuA tempo bom sem saberE Não me esqueço da roça do vizinhoA Onde a tarde cantava a seriemaE F/G Um defeito num galho de jurema queC um casal de rolinha fez seu ninhoG6 Por ser muito na beira do caminhoC O filhote assustou-se e foi ao chãoEm7 Quado eu fui colocá-lo na prisãoAm6 Gm6 Pai mandou devolvê-lo à liberdadeFm C Quando a gente magoa uma saudade Incomoda de mais o coraçãoAb/Bb Brincadeiras de menino nunca tireiC7 da lembrançaBb7 Hoje revi o terreiro que brinqueiC7 quando criança E o balanço ali parado Mas aquele balançado Ainda hoje me balança!( C C7 C F6 F6 F6 C7 )( C C7 C F6 F6 F6 C7 )C7 Corre moleque, desce dessa goiabeira Que o dono vem na carreira, querendo te derrubarF6 Some no mato, pula cerca feito um gatoF7 Sem sentir que é insensato roubarC fruta do pomarAm Pulou pro açude, que eu sei que eleDm tá sangrandoE Pra atravessá-lo nadando, sei medoC de se afogarFm Pescar piaba, onde o barreiroC deságuaD7 Brincar de galinha-d'água,do pega eG de mergulharC6 Depois jogar-se na enchente do desafio E descer no doço do rio e fim daC7 ponte pularF Volta pra rua Que a vida é só brincadeira É toca, barra-bandeiraC Peteca e rende-se-láDm É carrapata, burrinha jogo de bolaE Fica pião, meia sola, sinuca, bilaAm7 bilharFm Terras alheias, roda, notas deC D7 cigarro, garrafão, bolinho de barroG Caverna, anel, guerrearAm7 Quebra panela, pula corda, academia Pau de sebo, caçar gia, correr na chuva, gritarC7/E F Comer castanha de caju, joga piteloF7 Na areia faz teu castelo, não deixaC desmoronarAm Constrói, meninoDm Teu carro de rolamentoE Faz tua pipa que o ventoAm Te chama pra empinarFm Só não me venhasC Brincando de esconde-escondeE7/G# Pois temo que fiques ondeC Eu não possa mais te encontrar( C C7 C F6 F6 F6 C7 )Am7 C Admiro o pica-pau na madeiro do angicoE Que passou a tarde inteiraAm Teco teco, tico ticoC Nem sente dor de cabeçaD G G Nem quebra a ponta do bico